segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A VOCAÇÃO DE CADA UM SACERDOTAL - RELIGIOSA - MATRIMONIAL - LEIGA Quando você quer seguir uma profissão, são muitos os caminhos a seguir, não? Pois é. Dá pra escolher aquela que dá mais dinheiro, a que ajuda a se realizar melhor, aquela de que mais gosta, etc. Mas quando se fala de vocação, a história é diferente. A escolha é limitada. Isso porque vocação não é exatamente a mesma coisa que profissão, nem simplesmente a mesma coisa que dom ou talento pessoal. A vocação é um chamado especial de Deus para cada pessoa. Todos somos chamados para alguma coisa. É para isso que Deus nos dá os dons. Eles não são a vocação, mas um instrumento que Deus nos oferece para que possamos viver a vocação da melhor maneira possível. É assim que existem as chamadas VOCAÇÕES ESPECÍFICAS, que na Igreja são quatro: a) Vida sacerdotal: São os padres. Pessoas consagradas a Deus pelo sacramento da Ordem. Com a unção recebida das mãos do Bispo, recebem autoridade para consagrar a Hóstia, transformando-a no corpo e sangue de Cristo, e dar a absolvição dos pecados. Apenas homens podem ser sacerdotes na Igreja Católica. b) Vida Religiosa: São homens e mulheres consagrados a Deus para viverem um determinado carisma. Atendem o chamado de Deus e pronunciam os Votos de pobreza, castidade e obediência dentro de uma determinada congregação religiosa. Um exemplo são os Irmãos Lassalistas, que dedicam toda a sua vida à educação da infância e da juventude. Há ainda Irmãos e Irmãs que trabalham com saúde, idosos, comunicações, etc. Cada uma tem o seu carisma próprio e destina-se a propagar o evangelho no mundo, levando a proposta do Reino de Deus às diversas pessoas e culturas. c) Vida matrimonial: São as pessoas que casam. É das vocações talvez a mais conhecida e mais desejada. Uma família bem estruturada serve como um celeiro para as demais vocações. Dentro da Igreja, o matrimônio tem uam função muito importante, que é a de ser testemunha do amor de Deus. O casal tem a missão de educar bem os seus filhos na fidelidade a Deus e ao seu amor de pai. d) Vocação leiga: É a vocação do cristão comprometido. Aqui se encaixam todas as pessoas que ajudam na Igreja: Diáconos permanentes, catequistas, ministros, etc. Há ainda determinados movimentos de leigos consagrados. É a vocação por essência do cristão porque quando este assume com garra a sua essência de batizado, assume também o compromisso de ser evangelizador. E VOCÊ? QUAL A SUA VOCAÇÃO? DE QUE FORMA VOCÊ VAI SEGUIR A CRISTO?
Oração pelas Vocações Religiosas Maria Santíssima, / fostes prometida no Paraíso aos nossos primeiros pais / como a Mãe do Salvador do Mundo. / Chegando à plenitude dos tempos, / na virgindade, concebestes o Filho de Deus; / na pobreza o educastes e o gerastes / e na obediência, o levastes para o Egito e Nazaré / e o acompanhastes até a morte na Cruz. / Fazei que tudo o que vós fostes outrora, / sejam hoje, na Igreja e no mundo, / os religiosos e as religiosas. / Por isso alcançai esta graça: / que muitos da nossa juventude / sigam generosos o vosso exemplo. / Em sua virgindade consagrada / se tornem fecundos na santificação do mundo, / em sua pobreza evangélica, / sejam ricos em tesouros do Evangelho; / em sua obediência apostólica / irradiem a alegria da liberdade dos filhos de Deus. / E vós, Virgem Santíssima, / que sois Medianeira de todas as graças, tudo alcançais do coração do Pai, / porque sempre o pedis por intermédio de vosso Filho. / Sabemos também que é por vossas preces, / que na Igreja de Cristo / nascem novas vocações para a vida consagrada. / Por isso mesmo a vós confiamos / o cuidado de implorar sempre mais vocações. / Por isso também felizes vos chamamos a Mãe dos Religiosos, / a Mãe das Religiosas. Amém. Oração pelas Vocações Senhor da Messe e Pastor do Rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos teu forte e suave convite: "Vem e Segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir tua voz. Senhor, que a Messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a missão. Ensina nossa vida a ser serviço. Fortalece os que desejam dedicar-se ao Reino na vida consagrada e religiosa. Senhor, que o Rebanho não pereça por falta de Pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos, padres e ministros. Dá a perseverança a nossos seminaristas. Desperta o coração de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja. Senhor da Messe e Pastor do Rebanho, chama-nos para o serviço de teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, Ajuda-nos a responder SIM. Amém.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

VOCAÇÃO DE JESUS

"Eu vim não para ser servido, mas para servir e dar a vida por resgate de muitos" (Mc 10,45). Jesus Cristo veio ao mundo como gente para fazer a vontade do Pai, para servir. Cristo disse "SIM" ao Pai e assumiu sua vocação até o fim. Toda vocação humana tem suas raízes, seu motivo e sua realização na própria vocação de Cristo. Diz São Paulo: "Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra... Tudo foi criado por Ele e para Ele" (Cl 1,16ss). Como Jesus viveu sua vocação? - nascendo como gente, pobre e sem conforto; - como criança, em Nazaré, ajudando seus pais; - aos doze anos, obediente, crescia em estatura, em sabedoria, idade e graça (Lc2, 51-52); - ao sair de casa, após o batismo no Rio Jordão, ensinou a Palavra de Deus, a Boa Nova. Mostrou que o Reino de Deus é para todos, especialmente os pobres e pecadores. - escolheu os doze apóstolos e os enviou em missão para dar continuidade a sua obra redentora. 2º) A MISSÃO de Cristo: RESTAURAR TUDO NELE, RESTAURAR A VIDA DIVINA. Cristo é o restaurador de tudo. É o centro da história: "Por meio do sangue de Cristo é que fomos libertos e nele nossas faltas foram perdoadas, conforme a riqueza da sua graça... Ele nos fez conhecer o mistério da sua vontade, a livre decisão que havia tomado outrora de restaurar em Cristo todas as coisas, tanto as celestes como as terrestres. " (Ef 1,7-10) Por Cristo, com Cristo e em Cristo os homens readquirem o equilíbrio, a harmonia e a comunhão perdidas quando estes recusaram a Vida divina: Cristo restaura a relação do homem com o universo: * O homem deve assumir o universo, tomando-o como mediação para o amor ao próximo e a Deus. * O mundo, o universo, penetrados pela graça, são tarefas do homem, que deve continuar o mistério da criação neste "sétimo" dia da história. "...Pois sabemos que a criação inteira geme e sofre as dores de parto até o presente" (Rm 8,22) Cristo reconstrói o homem (união consigo mesmo): * O homem tem agora uma Vida nova em Cristo, a vida da graça, a Vida divina. * O homem renasce pela água e pelo Espírito Santo. "Quem não nascer da água e do Espírito não pode entra r no Reino de Deus... E para que todo o que no Filho crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3,5.15) Cristo restaura as relações do homem com os outros: * Reconstruído em si mesmo, o homem é capaz de se possuir e, portanto, de se dar. * A Vida divina em nós é essencialmente comunitária, como a Vida divina na Santíssima Trindade. "...Do u-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros" (Jo 13,34) "Nós sabemos que passamos da morte para a vida. porque amamos os irmãos". (1Jo 3.14) Cristo restaura a relação do homem com Deus: * Em Cristo os homens podem dizer a Deus: "Pai, Pai nosso..." * Os homens, filhos de Deus, são "o Povo de Deus", a família de Deus, circulando em todos a mesma Vida divina. "Vede que prova de amor nos deu o Pai: sermos chamados filhos de Deus. E nós o somos" (1Jo 3,1) "Você já não é escravo, mas filho: e se é filho, é também herdeiro por vontade de Deus" (Gl 4,7) 3º) A RESPOSTA de Cristo: FAZER A VONTADE DO PAI Para poder entender a vocação de Jesus é preciso acreditar na confissão que proclama a Carta aos Filipenses 2,6-8: "... Jesus Cristo tinha a condição divina, e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente. Pelo contrário, esvaziou-se a si mesmo e assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana. Assim, apresentando-se como simples homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruzl" Em verdade Cristo, na sua condição divina, tinha por direito todas as prerrogativas divinas. Mas, feito homem, renunciou a essas prerrogativas divinas e adotou a condição humana partilhando todas as fraquezas dessa condição humana, exceto o pecado. Isto tem grandes consequências, pois Cristo, sem deixar de ser Deus, ao assumir a condição humana, Ele tem que percorrer os mesmos caminhos de todo ser humano. Jesus não nasce sabendo tudo, pelo contrário, tem que aprender como qualquer criança, jovem ou adulto, a também descobrir sua vocação. • Jesus, como homem, discerne também sua vocação Dos 33 anos da vida de Jesus, 30 aconteceram na normalidade de qualquer outro (Lc 3,23). Jesus vai a se batizar por João Batista como um fiel a mais, aí se manifestou o Espírito Santo, que lhe conduz ao deserto. Aí Jesus verdadeiramente discerne sua vocação escutando o chamado do Pai, sofrendo as tentações... E Jesus inicia sua vida pública na sinagoga de Nazaré, sua cidade, anunciando sua missão libertadora. "Foi entregue a Jesus o livro do profeta /saías; abrindo-o, encontrou a passagem onde está escrito: 'O Espírito do Senhor está sobre m/m, porque E/e me ungiu para evangelizar os pobres; envio u-me para proclamar a remissão aos presos e aos cegos a recuperação da vista, para restituir a liberdade aos oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor'. Fechou o livro e começou a dizer-lhes: hoje se cumpriu essa passagem da Escritura que vocês acabam de ouwr"(Lc 4,17-21). Jesus assume todas as consequências do Sim Veja como Cristo viveu e assumiu a sua missão. Veja como disse Sim ao Pai até a morte, e morte de cruz. Veja como não foi fácil: "Jesus prostrou-se com o rosto em terra e orou: Meu Pai, se é possível, afasta de m/m este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas como tu queres"(m. 26,39). "Cristo, nos dias de sua vida terrestre, apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte; e foi atendido por causa da sua submissão. E embora fosse Filho, aprendeu, contudo, a obediência pelo sofrimento''(H b 5,7-8). Jesus assume todas as consequências de sua missão, sendo coerente com aquilo que pregou. "Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pêlos amigos". Jesus morreu como o grão de trigo debaixo da terra (Jo 12,24), para dar frutos, para dar vida: "Eu vim para que tenham vida e a vida em abundância''(Jo 10,10). Textos para refletir: 1. O que disseram dele: Is 42 e 61; Jo 1, 19-34; 3, 22-35; Mt 16,16-17; Mc 1,21-28 2. O que o Pai disse dele: Lc 3,21-2 e 9,35; Mt 17, 5-6 3. Como Jesus se apresenta: Lc 1-2; Mt 11,28-30 ; 25-40 4. Aparência física de Jesus: Lc 3,23; Lc 4,2; Lc 6,17-23; Lc 22 5. Atraente: Mt 14, 13-21; Jo 1,35-41; Lc 19,10; Jo 7, 40-47 6. Corajoso: Mt 12,24; Lc 25, 8-9 7. Humano: Lc 19,41; Jo 32,36; Mc 9, 13-14; Lc 7,11-17 8. Atitudes de Jesus: Mt 10,38; Mt 5 9. Jesus que convida: Os que dizem sim — Jo 1,35-41; os que colocam condições — Mt 8,21-22; Lc 9, 57-62; Os que dizem não — Mt 19, 16-22

MISSIONÁRIAS SCALABRINIANAS www.mscs.org.br

A Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo, Scalabriniana foi fundada pelo bem-aventurado, dom João Batista Scalabrini, bispo da diocese de Piacenza, Itália, no dia 25 de outubro de 1895. São co-fundadores Padre José Marchetti e Madre Assunta Marchetti. A fundação da Congregação das irmãs mscs está ligada a uma época de profundas mudanças econômico-sociais e políticas. Esse contexto gerava migrações em massa da Europa para países das Américas do Norte e do Sul. Dom Scalabrini, sensível e solidário aos imigrantes, dá início a uma ação pastoral específica. Compromete-se pessoalmente com a causa da migração e reúne colaboradores e continuadores de sua missão. As primeiras irmãs da Congregação a assumir esse desafio, a convite de padre José Marchetti, foram Carolina Marchetti, Assunta Marchetti, Ângela Larini e Maria Franceschini, que no dia 25 de outubro de 1895 foram admitidas aos votos religiosos e enviadas em missão por dom João Batista Scalabrini, para o Brasil, especificamente, ao Estado de São Paulo. Chegando lá, as irmãs estabeleceram a primeira comunidade no Orfanato Cristóvão Colombo, na cidade de São Paulo, com a finalidade de atender os órfãos, filhos de imigrantes italianos, em sua maioria, ali acolhidos. Na época, foram os primeiros destinatários da ação missionária da Congregação, traduzida no serviço evangélico e missionário aos migrantes, preferencialmente aos pobres e necessitados. No Rio Grande do Sul, desde 1915, a Congregação se dedicou, inicialmente, aos imigrantes italianos, no município de Bento Gonçalves, atuando nas áreas da educação, saúde, pastoral social e formação religiosa. Essa presença tornou-se vertente de vitalidade congregacional pelas numerosas vocações que deram origem a iniciativas missionárias, resultando na criação da Província Imaculada Conceição, em 1927, com sede em Caxias do Sul, RS. Em 1936, a Congregação se expandiu para a Europa, e a partir de 1941, para a América do Norte. Mais tarde, para outros países da América Latina, Ásia e África. Hoje, está presente em 27 países, tendo sua sede geral em Roma, Itália. A Congregação está organizada em seis províncias (grupos), com suas respectivas sedes administrativas em Piacenza, Itália; Illinois, Estados Unidos da América; São Paulo, SP, Brasil; Várzea Grande, MT, Brasil; Porto Alegre, RS, Brasil; Caxias do Sul, RS, Brasil. Para saber mais sobre a nossa história... (www.scalabriniane.org) e-mail: vocacoesmscs@uol.com.br
www.mscs.org.br e-mail: vocacoesmscs@uol.com.br Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo Scalabrinianas. JOÃO BATISTA SCALABRINI - FUNDADOR A Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo, Scalabrinianas, foi fundada pelo Beato João Batista Scalabrini em Piacenza aos 25 de outubro de 1895, e tem como co-fundadores os irmãos Padre José Marchetti e Madre Assunta Marchetti. Sua Missão é o serviço evangélico e missionário aos migrantes, especialmente aos mais pobres e necessitados. Expandiu-se inicialmente no Brasil, e em seguida na Europa (1936), na América do Norte (1941) e, nos últimos anos em vários países da América Latina, da Ásia e da Africa. Atualmente marca presença em 26 países, conta com 800 Irmãs e 156 comunidades, e sua Sede Geral se encontra em Roma . As Irmãs consagram sua vida a Jesus Cristo, segundo as exigências do Carisma Scalabriniano, vivem a fraternidade em comunidade, como elemento indispensável da consagração religiosa, e se fortalecem na fidelidade vocacional mediante a oração, a meditação da Palavra de Deus e a Celabração Eucarística, fonte de comunhão com Deus e com os irmãos. As Irmãs Missionárias Scalabrinianas, ao longo do desenvolvimento da história da Congregração se dedicaram, e continuam ainda dedicando-se à educação, à ação social e pastoral, ao serviço da pastoral da saúde, à catequese, à evangelização e à colaboração com a Igreja local a favor dos migrantes e dos pobres. Fiéis ao carisma e atentas aos desafios da mobilidade, a Congregação acolhe a proposta da Igreja de colocar-se a serviço dos que estão envolvidos com o drama do fenônemo das migrações, sendo “sinal da ternura de Deus e testemunho particular do mistério da Igreja, casta, esposa e mãe (V.C. 57), motivadas pelas Palavras do Evangelho: “Eu era estrangeiro e vocês me acolheram” (Mt 25,35)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Vídeo vocacional com frases do Papa João Paulo II “Jovens do mundo, ouçam a voz de Cristo! Ouçam a voz Sua Voz e sigam-nO.” “A vocação toca a raiz mais profunda do ser humano.” “A vocação religiosa é um dom livremente concedido e livremente recebido.” “Você está na grande encruzilhada da sua vida e precisa se decidir.” “Se Ele pede muito a você é porque sabe que você pode dar muito” “Você precisa viver para Deus; você precisa viver para os outros… e ninguém poderá viver esta vida por você…” “Seu chamado é uma declaração de Amor.” “E sua resposta é compromisso, amizade e amor manifestados no dom de sua própria vida.” “Esteja certo disso: se você ouvir o Seu chamado e O seguir, você encontrará grande alegria e felicidade.” www.mscs.org.br e-mail: vocacoesmscs@uol.com.br
Cristo é o Bom Pastor, mas precisa de outros, de pessoas disponíveis para anunciar o reino de Deus... Deus precisa de Ti, meu caro jovem... Já alguma vez pensaste nisso? Já alguma vez pensaste que Deus precisa de ti. Que podes fazer muito pelos outros? Que uma vida cheia, grande, é aquela que é vivida em favor dos outros? Não penses só em ti, de forma egoísta... Numa vida pequenina, às vezes vazia de sentido... Pensa que há outros caminhos... Deus chama pelo teu nome... Faz silêncio, escuta-O e pergunta ao Senhor: "Que queres que eu faça da minha vida? Qual será a vocação a que me chamas, Senhor Jesus?". Tudo começa na família: a vida, a fé, a vocação. Por isso, os pais são os primeiros responsáveis para surgir a vida, a fé e a vocação consagrada... Depois de fazer surgir estas realidades, os pais devem acompanhar os seus filhos no desenvolvimento da vida, da fé, da vocação. Até que um dia, os jovens caminhem por si mesmos na vida, na fé e na vocação. Cristão que me lês, já pensaste alguma vez se Jesus Cristo é de verdade o teu Bom Pastor? É Ele que te conduz? É a Sua Palavra que escutas? É a Sua doutrina que segues? É a Sua lei (a lei do amor) que cumpres? É a Sua vida que procuras imitar? É a Sua Vontade que procuras fazer? É a Cristo que procuras agradar? É a Ele que amas, esperas e acreditas? Fazes silêncio para falares com Cristo e estares na intimidade com Ele? Dás tempo a Deus no teu dia e rezas com Ele como quem fala com um amigo? Pára e pensa, meu amigo, minha amiga. Deus conta contigo, Deus precisa de Ti e tu precisas de Deus. O futuro dos filhos depende, em grande parte, das mães. São as mães que orientam, muitas vezes, os seus filhos, vocacionalmente. São as mães que podem e devem falar aos filhos da vida consagrada masculina ou feminina.www.mscs.org.br e-mail: vocacoes
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Em uma sociedade individualista como a nossa, muitos se perguntam se há sentido numa vocação religiosa que, essencialmente, coloca um ser humano a serviço de Deus e do próximo. O assunto merece reflexões nesta época em que poucos pais e mães lembram de colocar para os filhos a vida consagrada como opção de vida. Muitas vocações religiosas e sacerdotais, um chamado e um sinal do amor de Deus, se perdem por não serem cultivadas e incentivadas na intimidade das famílias. Vicktor Frankl, fundador da Logoterapia, nos diz: “A essência da existência humana radica na sua autotranscendência. Ser homem significa, de per si e sempre, dirigir-se e ordenar-se a algo ou a alguém: entregar-se o homem a uma obra a que se dedica, a um homem que ama, ou a Deus a quem serve”. Toda e qualquer vocação faz o homem ir além de si mesmo. Refere-se, portanto, à autotranscendência e evidencia um serviço a uma obra, a uma pessoa ou a Deus. Assim, podemos dizer que a vida consagrada é um sinal para o mundo atual do amor de Deus por todos os seres humanos. É um sinal também de que, somente indo além de si mesma, dedicando-se a algo, a alguém, a pessoa será feliz e realizada. A vocação religiosa nasce de um encontro, de uma experiência onde a pessoa sente profundamente o amor de Deus em sua vida. Esse encontro se dá de forma tão intensa que a pessoa passa a desejar uma vida de inteira dedicação a Deus. E deseja fazer com que outras pessoas vivam a mesma experiência, que leva a uma vida onde, de forma concreta, o amor divino é compartilhado com todos. A vida consagrada é o nome que a Igreja Católica dá ao modo de viver das pessoas que deixaram as suas vidas profissionais e familiares e seu próprio futuro no mundo para dedicar-se inteiramente a Deus, no serviço à Igreja, na evangelização, intercessão e promoção da dignidade humana. Esse serviço se dá através de um jeito próprio, ou seja, de acordo com o carisma de cada congregação ou entidade religiosa e de cada membro da mesma, como um modo próprio de ser e agir. É preciso salientar que, para uma adequada vivência dessa vocação, é necessária certa maturidade psicoafetiva, que permite à pessoa uma liberdade interior, tornando-a capaz de um amor propriamente “humano”, que assume e integra em nível espiritual o amor biológico e o psíquico. A pessoa madura afetivamente traz consigo algumas características, como tolerância à frustração, controle da ansiedade e insegurança, adaptabilidade, flexibilidade, capacidade de esperar, capacidade de sublimação, capacidade de dar e receber, aceitação dos próprios limites e fraquezas. Evidentemente, não se espera uma maturidade plena, mas minimamente necessária, para que, a partir dela, o indivíduo possa crescer numa vida de doação a Deus e aos irmãos. A pessoa que se sente chamada a uma vida religiosa precisa ter coragem de se questionar e perguntar ao próprio coração o que é deseja. Precisa olhar para dentro de si mesma e ver o que sente ao imaginar-se numa vida consagrada, para que possa verificar se se trata de uma vocação a uma vida de inteira dedicação, ou de um chamado a assumir sua religiosidade com mais intensidade. A partir dessas reflexões, é necessário que a pessoa procure conhecer instituições, comunidades, congregações com as quais se identifique e dê início a um processo de discernimento vocacional, com um acompanhamento espiritual adequado. O discernimento vocacional precisa ser feito com tranquilidade, sem pressa, pois se trata de uma decisão para toda uma vida. Como pessoa consagrada que sou, posso dizer para aqueles que se sentem inquietos que não tenham medo e ouçam no seu coração a voz que chama. Não tenham medo de se questionar, de procurar ajuda e acompanhamento espiritual adequado. Não tenham medo de deixar tudo, se este for a vocação, para uma vida de inteira doação e dedicação ao próximo. Posso dizer, com a minha humilde experiência, que Vicktor Frankl tinha razão ao dizer que o ser humano tem na sua essência a autotranscendência e que somente por meio dela encontra realização e felicidade.www.mscs.org.br

segunda-feira, 28 de maio de 2012

VIDA RELIGIOSA E-MAIL: vocacoesmscs@uol.com.br

Durante uma Caminhada Vocacional é preciso que vejamos realidades concretas do chamado que estamos aprofundando e sobre vocação em si: Como discernir a nossa vocação, o que é este chamado, sua história, espiritualidade, contorno, identidade, sua missão, sua vida missionária, sua vida como engajado, o que é Comunidade de Vida, o que é Comunidade de Aliança, o que é vida religiosa, o que é Vocação (humana, batismal, específica). Chegamos então em o que é a Vida Consagrada. Podemos até saber algo, mais precisamos experimentar e viver o que é a vida consagrada dentro da comunidade e na Igreja hoje. Podemos pegar a passagem de Mt 26,26s - Instituição da Eucaristia. Meditemos o que tem haver a eucaristia com a vida consagrada. O fundamento evangélico da vida consagrada se encontra na relação que Jesus estabeleceu com alguns de seus discípulos, convidando-os não só a acolherem o Reino de Deus na sua vida, mas a investirem toda a sua vida , imitando a forma de vida de Cristo, é uma vida Cristiforme isto a serviço do Anúncio do Evangelho. Por esta união intima do consagrado a Cristo, Jesus claro si volta inteiramente nesta união intima cumulando a vida deste de graças especificas para viver a realidade que Ele o chamou, também com isso Cristo não o poupa de nada. Para quem é chamado é a santificação. O Consagrado é Cristo encarnado, na paixão e Ressuscitado. A vida consagrada é o caminho de perfeição Cristã. De uma forma concreta assumindo o compromisso de Viver e exprimir com uma adesão conformativa na sua existência aos Conselhos Evangélicos. Este chamado tem a missão de indicar JESUS, o Filho de Deus feito homem como a meta final para onde tudo tende, Ele que é o bem supremo, o único que pode saciar totalmente o coração do homem. Na verdade, pela profissão dos Conselhos Evangélicos, o consagrado não só faz de Cristo o sentido da própria vida, mas preocupa-se por reproduzir em si mesmo, na medida do possível, a forma do Cristo. O Pai, iniciativa de Deus (Jo 15,16) O sentido da vocação à vida consagrada é a iniciativa amorosa e total do Pai (cf. Jo 15,16), que espera daqueles que escolhe uma resposta de dedicação plena e exclusiva. É uma experiência tão forte e íntima com o amor gratuito de Deus que a pessoa sente que deve responder com a dedicação incondicional da sua vida, consagrando tudo, presente e futuro, nas mãos de Deus. Pelo Filho: seguindo os passos de Cristo (Mt 19,27-30) Jesus é o caminho que conduz ao Pai (cf. Jo 14,6). Ele pede aos consagrados, uma adesão total, que implica o abandono de tudo (cf. Mt 19,27) para viver na intimidade com Ele e segui-lo para onde quer que vá. À semelhança de S. Paulo, que considera todo o resto como “perda, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus”, não hesitando em considerar tudo o mais como “lixo a fim de ganhar Cristo” (Fl 3,8). Os Consagrados devem aspirar identificar-se com Ele, assumindo os seus sentimentos e forma de vida através da vivência concreta dos Conselhos Evangélicos, pelos quais, Cristo os convida a conformaram-se totalmente com a sua forma de vida casta, pobre e obediente, representando assim a maneira mais radical de viver o Evangelho. Jesus manso e humilde de Coração fazei o nosso coração semelhante ao vosso. Consagrados, como Cristo, para o Reino de Deus. (Jo 17,19) Sob o impulso do Espírito Santo, a vida consagrada imita mais de perto, e perpetuamente representa na Igreja a forma de vida que Jesus, supremo consagrado e missionário do Pai para o Seu Reino, abraçou e propôs aos discípulos que o seguiam (cf. Mt 4,18-22; Mc 1,16-20; Lc 5,10-11; Jo 15,16). A origem nascente da vida consagrada está na iniciativa do Pai em consagrar JESUS, o ungido do Pai que pelo poder do Espírito Santo consagra-se por sua vez ao Pai pela humanidade (cf. Jo 17,19). Eu dou a minha vida livremente. Devemos ter a liberdade dos filhos de Deus, que é fazer a vontade do Pai, que é dar a nossa vida em favor dos homens, isto é loucura para os homens mas sabedoria e santificação para aqueles que são chamados. Jesus é o obediente por excelência, descido do céu não para fazer a sua vontade mas a dAquele que O enviou (cf. Jo 6,38; Hb 10,5-7). Entrega o seu modo de ser e de agir nas mãos do Pai (cf. Lc 2,49). Por obediência filial, assume a forma de servo: “despojou-se a si mesmo, tomando a condição de servo, feito obediente até a morte e morte de cruz” (Fl 2,7-8). É também nesta atitude de docilidade ao Pai que Cristo, embora provando e defendendo a dignidade e a santidade da vida matrimonial, assume a forma de vida virginal, e revela assim o valor sublime e a misteriosa fecundidade espiritual da virgindade. “Sendo rico, fez-se pobre por vós, a fim de vos enriquecer pela sua pobreza” (2Cor 8,9). A fecundidade da sua pobreza revela-se na perfeita entrega de tudo o que é seu ao Pai. Testemunhas de Cristo no Mundo O dever missionário das pessoas consagrada é em primeiro lugar abrir-se à ação do Espírito de Cristo - o Consagrado é o Missionário do Pai - para anunciar o Evangelho de Cristo levando ao mundo a Paz que desce do Pai, a dedicação que é testemunhada pelo Filho, e a alegria que é fruto do Espírito Santo. As pessoas consagradas são chamadas a orientar toda a sua vida e oferecer tudo o que são e possuem para tornarem-se um verdadeiro sinal de Cristo no mundo. E assim apresentarem em cada situação, um testemunho concreto da presença de Cristo neles. Como toda a existência cristã, também a vocação à vida consagrada está intimamente relacionada com a obra do Espírito Santo. É o Espírito Santo que gera no consagrado o desejo de uma resposta completa, perfeita e plena; é Ele que guia o crescimento da vida consagrada, fazendo amadurecer a resposta positiva e sustentando-a; é também Ele que forma o coração do consagrado à imagem do coração de Cristo. S. Paulo é uma grande testemunha de como levar com a própria vida o Evangelho de Cristo e morrer por Ele, para que aqueles homens possam escutar o anuncio. Deixemos Cristo falar através de nós. No Espirito: Consagrados pelo Espirito Santo (Lc 1,35s) Pneumatologia É uma obra do Espirito Santo a vida Consagrada, é o espirito que conduz. Ele que desposa a nossa alma, é uma grande obra da graça por meio do poder do espirito Santo. “Não tenhais medo”, o Espirito Santo estará sempre contigo. É pelo espirito que dizemos que Jesus é o Senhor da nossa vida, podemos dizer que só pelo poder do Espirito dizer que queremos entregar a nossa vida a Deus para que Ele possa consagrar. Como toda a existência cristã, também a vocação à vida consagrada está intimamente relacionada com a obra do Espírito Santo. É o Espírito Santo que gera no consagrado o desejo de uma resposta completa, perfeita e plena; é Ele que guia o crescimento da vida consagrada, fazendo amadurecer a resposta positiva e sustentando-a; é também Ele que forma o coração do consagrado à imagem do coração de Cristo. A consagração, dom da Trindade. A primeira tarefa da vida consagrada é tornar visíveis as maravilhas que Deus realiza na frágil humanidade das pessoas chamadas. Mais do que com as palavras, eles testemunham essas maravilhas com suas vidas, provocando assim a admiração do mundo e dos homens. A vida consagrada reflete a Trindade ao mundo, para que os homens possam sentir o encanto e a saudade da Beleza Divina. Deve ser visto a Misericórdia do Pai, da vida de Cristo, pela força do Espirito na nossa vida. Dimensão Pascal da Vida consagrada. O consagrado é chamado por Deus a completar na sua vida “o que falta aos sofrimentos de Cristo” (cf. Col 1,24). A vida consagrada reflete a beleza do Amor de Cristo no mistério de sua Cruz, sinal da nossa salvação. Isto acontece na humildade de uma vida voltada para Deus, na fidelidade à Vontade de Deus, na dedicação ao próximo, no serviço, na partilha de vida e na participação da vida da Igreja. O consagrado é marcado pela dor e pela alegria. Existe um grande valor o sofrimento do consagrado para a Igreja. O Papa é um sinal de um sofrimento fecundo, este é o sofrimento do consagrado. Dimensão escatologica da vida consagrada O consagrado é chamado a, com sua vida, infundir a Esperança em todos os homens e mulheres, freqüentemente desanimados e pessimistas, fundamentada nas promessas de Deus, contidas em Sua Palavra, quanto ao futuro que nos espera: o céu. A vida consagrada é chamada a mostrar ao mundo que em Deus, encontraremos todo o sentido e a alegria para a vida humana, pois o homem foi feito para Deus e viverá inquieto até que encontre nele a Paz. Sob a ação do Espírito Santo, “a vida consagrada imita mais de perto, e perpetuamente representa na Igreja, a forma de vida que Jesus, supremo consagrado e missionário do Pai para o Seu Reino, a abraçou e propôs. Uma esperança ativa: compromisso e vigilância (Ap 7,13-17; Ap 21,1; Ap 21,4) “Vem, Senhor Jesus” trabalhamos nos dedicamos para implantar o Reino de Deus aqui, instaurando o espirito das bem-aventuranças, paz, justiça, solidariedade e perdão. Existe por cada carisma uma contribuição na sociedade de uma forma concreta, não somente no sinal visível, mas na ajuda nesta apresentação concreta de Jesus ressuscitado que vive e reina. Esta realidade de compromisso e vigilância vem a pela graça de Deus restaurara a dignidade de filho de Deus de cada homem. “Vem Senhor Jesus”. É preciso fidelidade.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Pai de bondade, autor de toda a vocação, que enviaste o teu Filho para caminhar conosco, abre os nossos olhos e aquece os nossos corações para que nos aproximemos dos irmãos migrantes e com eles partilhemos o pão da Palavra e da Eucaristia. Concede-nos, Senhor nosso Deus, coragem e perseverança para seguir os passos do teu Filho nas pegadas do Bem-Aventurado João Batista Scalabrini. Jesus Migrante, continua a chamar jovens sensíveis aos dramas da migração a fim de que, sustentados pelo teu Espírito, possam dizer “sim” ao teu projeto de amor na construção do teu Reino . Espírito Santo, neste ano vocacional, concede-nos um renovado ardor missionário, para que cada pessoa, descobrindo a presença de Jesus no mundo, possa dizer: “Fica conosco, Senhor”! Amém.
O Ano Vocacional Congregacional, que estamos celebrando as Irmãs Missionárias de São Carlos, Scalabrinianas, nos motiva a voltarmos nosso olhar para os grandes mestres do discipulado de Jesus em nossa família scalabriniana. O Bem-aventurado J. B. Scalabrini salta espontaneamente dentre outros como uma referência significativa do Sim exemplar ao chamado de Deus. Um grande projeto é sempre constituído de vários ‘Sim’ e ‘Não’. Consideramos que nem sempre o não é uma negação enquanto impossibilidade. Por vezes, um não é sustentado por uma grande sim que a pessoa intui como um valor maior. É possível identificar na resposta vocacional do Bem-aventurado Scalabrini um não aos bens materiais e um sim à sua doação aos empobrecidos; um não à missão nas Índias e um sim ao pastoreio do episcopado em Piacenza; um não ao conforto do status episcopal em vista de um sim às viagens missionárias sacrificadas para confortar seus compatriotas migrantes. A autenticidade das escolhas de Scalabrini e sua coerência com as mesmas constitui um polo de atração a tantas vocações de modo que, em seu tempo disse: “Tenho os seminários cheios!” (Scalabrini, Uma voz atual, pg. 187). Todavia isto não se limitou àquele tempo, mas se prolongou na história quando vemos sua fecundidade apostólica e carismática expandida nas Instituições que compõem a Família Scalabriniana. Hoje, o Carisma Scalabriniano continua crescendo e assumindo diversas fisionomias nos cinco continentes pela força do sim de tantos consagrados, consagradas e leigos(as) que tocados pelo Espírito também conseguem ver no rosto do migrante a pessoa de Jesus que continua peregrinando entre nós. A atualidade do nosso carisma de serviço aos migrantes, assim como os desafios e as exigências do mesmo são tão gritantes que nos solicita um comprometimento maior no sentido de não pararmos em nossas pobrezas e fraquezas, mas sim buscarmos em nosso fundador J. B. Scalabrini as motivações necessárias para abraçar com audácia e criatividade o carisma a nós confiado, dando respostas assertivas às necessidades emergentes dos povos em mobilidade. Hoje, celebrando o aniversário de seu ingresso na casa do Pai somos convocados(as) a manter vivo o dom do Carisma Scalabriniano que passa pelo cultivo assíduo de nossa vocação, bem como, no despertar vocacional de muitos outros(as) jovens, comunicando a eles a certeza de que: “Fazer feliz uma só pessoa é mais importante do que ser feliz” (Scalabrini).www.mscs.org.br
A vocação à Vida Religiosa ou Consagrada é uma vocação fantástica na Igreja. As Congregações femininas e masculinas são feitas por pessoas que se consagraram à vida religiosa. O chamado a essa vocação não é uma questão de merecimento ou privilégio, mas um dom. A essência da vocação religiosa é baseada no batismo. Todo religioso faz uma profissão pública diante da Igreja dizendo querer viver o Batismo de modo mais radical. Mas, para isso precisa consagrar sua vida a Deus. Quer pertencer a Deus 100 % em tudo. Quer viver em e por Deus. É o primeiro a perceber as fraquezas humanas e assumir com coragem uma vida inteira de conversão no ser e no agir de Deus. É seguir Jesus como discípulo missionário. Mas "seguir Jesus" exige viver sua consagração exatamente como Jesus vivia. Por isso, assume os três meios radicais de amor que Jesus vivia: pobreza, castidade e obediência. Os votos religiosos não são leis e obrigações, mas uma atitude de amor radical a Deus e ao próximo. Assumindo suas fraquezas diante desse projeto tão bonito, vive em comunidade buscando apoio e ajuda dos outros. A finalidade da vida comunitária é continuar fiel ao projeto de amor radical. Religiosos não são perfeitos, nem diferentes dos outros membros da Igreja. É um vocacionado por Deus. Rezemos para que Deus mande à sua Igreja vocações religiosas. Maria, mãe dos religiosos, interceda para que possamos viver com fidelidade nossa vocação na Igreja. Mãe do Perpétuo Socorro; rogai por nós! , www.mscs.org.br e-mail: vocacoesmscs@uol.com.br

sábado, 21 de abril de 2012

Caros irmãos e irmãs em Cristo, continuamos vivendo as realidade presentes tendo em vista as realidade futuras, segundo o ensinamento que recebemos do Senhor no Santo Evangelho, sobretudo na Sagrada Liturgia deste mês vocacional. Desse modo, em agosto, contemplamos o mistério e a beleza da vocação para a vida consagrada e fazemos a grata lembrança de todos os religiosos e religiosas, leigos e leigas consagrados presentes e atuantes nas Paróquias e Comunidades de nossa Diocese. Recentemente o Santo Padre Bento XVI afirmou que, ?Com a sua própria presença e seu próprio ser, a vida consagrada torna-se uma exegese viva da Palavra de Deus?. Dessa maneira, o consagrado e a consagrada tornam-se um sinal para a Igreja e para o mundo, na medida em que o seu ser e sua vida apontam para as realidades do alto, para as realidades celestes. A vida consagrada é, para o mundo, um sinal da manifestação do transcendente, um sinal da manifestação de Deus. O Papa solicitou a todos os consagrados o empenho renovado em dar o testemunho de como é importante colocar no centro de tudo a Palavra de Deus, especialmente para quem, é chamado pelo Senhor a segui-lo mais intimamente. A vida consagrada radica-se no Evangelho. Nele, como sua regra suprema, tem continuado a inspirar-se ao longo dos séculos, e a ele deve voltar constantemente, para se manter viva e fecunda, dando fruto para a salvação das almas. No tempo presente, são muitas as famílias religiosas que da vida da Diocese nas mais diversas comunidades paroquiais, gostaríamos que esta presença fosse ainda mais expressiva. Rezamos constantemente para que cresça o número de vocações e a sua qualidade, para que tenhamos numerosas, santas e boas vocações, sobretudo para a vida religiosa feminina. Assim, gostaria de convocar todos os fiéis de nossa Diocese, na cidade e no campo, intensificar as nossas orações e sacrifícios, suplicando a Deus que suscite novas vocações para a vida consagrada, principalmente para a vida religiosa feminina. Além das orações, podemos ainda colaborar com a graça de Deus identificando e incentivando as jovens que sentem o chamado divino para a vida consagrada, a fim de que não tenham medo e sintam-se encorajadas a responder com alegria a este chamado de Deus. A vida consagrada é um dom e um sinal para todos os fiéis batizados, pois, recorda-lhes o que é primeiro em suas vidas: a vivência radical da consagração e do compromisso batismal. Todo religioso e toda religiosa nada mais é do que um cristão que foi chamado por Deus a viver a radicalidade do seu batismo. Nisso está a importância e valor da vida consagrada para toda a Igreja: recordar a todos, por meio do testemunho, o que é essencial para a vida de cada um, buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça. Confiemos e esperemos em Deus, rezemos e supliquemos que envie muitas e boas vocações para a vida consagrada em nossa Diocese e em nosso país. Meu irmão, minha irmã, que a bênção e a proteção de Deus estejam sempre com você e sua família. Amém.

A VOCAÇÃO DE MARIA MÃE DE JESUS

Vocação de Maria “O anjo do Senhor anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo. ‘Eis aqui a Serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.’ E o verbo se fez carne e habitou entre nós!” 'Abrem-se por fim os céus e desce ao mundo Aquele a quem os Profetas chamam o Justo, o Desejado dos Patriarcas, o Esperado das nações, o Enviado do Senhor. Uma menina, permanecendo virgem deve dar ao mundo um Homem que é o filho do Altíssimo! Será que entendemos realmente o que querem dizer estas palavras: O Verbo se fez homem? Ó bondade e misericórdia infinita do Senhor! Então Deus amou-nos tanto que quis que o seu Filho Unigênito se humilhasse a ponto de assumir a condição de servo ( Fil 2,7)? E isto, para poder padecer e morrer sobre uma cruz a fim de nos resgatar do inferno e nos abrir as portas do Paraíso, para sacrificar-se todos os dias sobre os altares e permanecer sempre conosco, chegando mesmo a dar-se a nós como alimento na sagrada Eucaristia!
A VOCAÇÃO DE MARIA E LIÇÕES PARA NOSSA VIDA Maria estava recolhida em oração a Deus, quando o Arcanjo Gabriel a força de Deus lhe apareceu. Este lhe dá três títulos de uma grandeza que ultrapassa o nosso entendimento. O primeiro diz respeito a Ela mesma:Ave, cheia de graça, ou seja, és a mais santa entre todas as mulheres, és um tesouro de todas as graças e favores de Deus. O segundo diz respeito a Deus, isto é, Tu és protegida, acompanhada e governada por Ele. E o terceiro diz respeito aos homens: “Bendita és Tu entre as mulheres”, ou seja, é privilegiada, elevada acima de todas e de todos... Com que respeito dirigimos nós essas mesmas palavras a Maria quando rezamos o Rosário? Maria perturba-se ao ouvir as palavras do Anjo, que lhas transmite da parte de Deus. Os louvores incomodam-na e a assustam: não refere nada daquilo a si própria, mas tudo a Deus. Perturbou-se porque, sendo plenamente humilde, aborrecia todo o louvor dirigido a Ela e desejava que só o seu Criador e Doador de todos os bens fosse louvado e abençoado. E considerava o que poderia significar aquela saudação (Lc 1, 29). Quanto a nós, como imitamos Maria diante dos perigosos louvores que recebemos dos homens? Repletos de orgulho, pensamos merecê-los, comprazemo-nos neles e, se fingimos rejeitá-los, só o fazemos para que nos dirijam outros maiores! Quantas quedas vergonhosas não são efeito de adulação!... TEMOR E ACOLHIMENTO DO CHAMADO Não temas, prossegue o anjo. “Não temas”. O homem tem medo. Teme não apenas ser chamado ao sacerdócio, mas teme também ser chamado à vida, aos seus encargos, a uma profissão, ao matrimônio. Tem medo. Este temor revela também um senso de responsabilidade, mas de responsabilidade ainda pouco madura. ...Deve-se acolher o chamamento divino, deve-se ouvi-lo e recebê-lo, deve-se avaliar as próprias forças e responder: sim, sim! Não temas, não temas porque encontraste a graça, não temas a vida, não temas a tua maternidade, não temas o teu matrimônio, não temas o teu sacerdócio, porque achaste a graça. Esta certeza, esta consciência nos ajuda como ajudou a Maria. A RESPOSTA DE MARIA Maria concorda em duas frases Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra ( Lc 1,28). Com estas benditas palavras, consumou-se o mistério da Encarnação, cumpriram-se as profecias e reparou-se a desobediência dos nossos primeiros pais e as dolorosas consequências do triste colóquio de Eva com o anjo das trevas! Palavras admiráveis, em que resplandece a fé mais viva, a humildade mais, profunda, obediência mais submissa, o amor mais terno, o abandono mais perfeito à divina vontade. Palavras que a Igreja, por gratidão, põe diariamente nos lábios dos seus filhos, no Ângelus. Pronunciemo-las também nós continuamente, e com os mesmos sentimentos da Santíssima Virgem. Eis Aquela que teve imensa confiança em Deus. Com essa confiança Ela pôde torna-se Mãe de Deus.

A VOCAÇÃO DE JESUS

01. Jesus é o modelo do homem realizado, do homem novo, segundo São Paulo (cf. Ef 1,1-14; Cl 1,15-23). Como teria sido a caminhada vocacional de Jesus? Jesus é mais do que um simples mestre de moral e de religião; mais do que uma figura romântica ou abstrata. Veja-se o realismo da Encarnação, seguido da concretização de um projeto, conforme acontece em toda experiência humana. O batismo de Jesus, do qual falam todos os evangelistas, é como que a arrancada inicial de sua chamada vocacional. Caminhada pontilhada de fatos adversos, surgidos da parte dos parentes (cf. Mc 3,21), dos discípulos (cf. Mc 6,51-52), das autoridades judaicas (cf. Mc 3,22) e do próprio demônio (cf. Mt 4,1-11). 02. Dificuldades à parte, encontramos, sobretudo nos três primeiros evangelistas (cf. Mt 4,12-22; Mc 1,14-15; Lc 4,1-13), uma programação missionária de Jesus, inspirada em Isaías (cf. Is 61,1-2): O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me para proclamar a remissão aos presos e aos cegos a recuperação da vista, para restituir a liberdade aos oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor (Lc 4,18-19). Esse é um programa que reflete a caminhada vocacional de Jesus, Filho e Servo, que torna presente o Reino de Deus com a sua pessoa e a sua atuação, visando, sobretudo, os desfavorecidos: Ide anunciara João o que tendes visto e ouvido: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos ficam limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, aos pobres é anunciado o Evangelho (Lc 7,22). Tudo isso, reflexo do amor gratuito de Deus, de modo especial simbolizado no pastor e na mulher que fazem festa ao encontrarem o que haviam perdido; e no pai que festeja o retorno do filho sonhador (cf. Lc 15). 03. Conforme recordamos de início, “o projeto de Jesus, e a sua fidelidade, aquela que poderia se chamar a vocação de Jesus, não foi algo de pacífico e de pouca importância, mas foi realizado em uma situação de incompreensões e contradições, até a forma extrema de condenação pública: a morte de cruz”. Na Quinta-feira Santa, ao celebrar a Ceia pascal, deu Jesus a interpretação de sua morte como morte do mártir, do servo, do profeta: o pão, partido e repartido, era seu corpo, era sua existência doada; o cálice, dom da sua vida de mártir: Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou (Jo 13,1; cf. Fl 2,6.8; Hb 5,8). O exercício da liberdade de Jesus se torna amor desinteressado, doação total, refletindo “o amor fiel e salvador do Pai”. Eis um reflexo de sua ternura: Vendo a multidão, ficou tomado de compaixão, porque estava enfraquecida e abatida como ovelhas sem pastor. Disse, então, aos seus discípulos: ‘A messe é grande, mas os operários são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da messe, que envie operários para a sua messe’ (Mt 9, 36-38; cf. Mc 6,34; Lc 13,9-17; Jo 6,5.11).4. Do nosso papa João Paulo II: “E aos jovens de hoje digo: sede mais dóceis à voz do Espírito, deixai ressoar, no profundo do coração, as grandes esperanças da Igreja e da humanidade; não tenhais medo de abrir o vosso espírito ao chamado de Cristo, senti sobre vós o olhar amoroso de Jesus e respondei com entusiasmo à proposta de um seguimento radical” (PDV 82). 05. Jesus, o grande vocacionado do Pai, exercia uma atração irresistível na alma, no coração, em toda a vida do nosso pia espiritual São Francisco de Assis. Fala-nos o seu principal biógrafo: Realmente, ele tinha muitas coisas com Jesus: sempre trazia Jesus no coração, Jesus na boca, Jesus nos ouvidos, Jesus nos olhos, Jesus nas mãos, Jesus nos demais membros. Quantas vezes, quando se sentava para o almoço, ao ouvir ou nomear ou pensar em Jesus, se esqueceu do alimento corporal... Muitas vezes também, quando ia pelo caminho, meditando e exaltando Jesus, se esquecia do caminho e convidava todas as criaturas ao louvor de Jesus (1Cel 115,5-7).

domingo, 8 de abril de 2012

DOM JOÃO BATISTA SCALABRINI - FUNDADOR

A Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo – (Scalabrinianas) foi fundada no dia 25 de outubro de 1895 em Piacenza, Itália pelo Beato João Batista Scalabrini, bispo daquela diocese e, teve como co-fundadores Pe. José e Madre Assunta Marchetti. A Congregação surge no fim do século XIX, num contexto histórico marcado fortemente pelos fluxos migratórios da Europa em direção às Américas. Na estação ferroviária de Milão, Itália, Scalabrini viu uma multidão de pobres famílias atiradas pelos cantos e bancos daquela estação, aguardando o trem que os levaria para o porto de Gênova, e daí, em navios embarcariam rumo às Américas... A cena o chocara profundamente. Expressa o próprio Beato Scalabrini: “A partir daquele dia, meu pensamento ia frequentemente àqueles migrantes e me levava sempre à pergunta: como se poderia remediar isto?”. Era o início de um novo carisma na Igreja. Deus havia acabado de infundir no coração de Scalabrini, uma grande sensibilidade pela causa dos migrantes. A partir deste momento, movido pelo Espírito Santo, inicia sua atividade de conscientização da Igreja e do Estado sobre o fenômeno crescente das migrações. Pouco tempo depois recebia uma carta de um emigrado de sua diocese: “Excelência... mande-nos um Missionário sacerdote, porque aqui se vive e se morre como os animais”. Scalabrini percebe o apelo de Deus e o ausculta, fundando a Pia Sociedade dos Missionários de São Carlos...”. Delforno, Zulmira, Identidade das Irmãs MSCS, p. 106). Mais tarde, Scalabrini sentiu novamente o apelo de Deus através da pessoa de Pe. José Marchetti – um de seus missionários - para fundar uma congregação feminina, que se ocuparia do cuidado e educação dos órfãos e abandonados, filhos dos migrantes. O jovem missionário apresenta ao bispo o grupo pioneiro composto de quatro pessoas, entre elas, sua mãe, Carolina Ghilarducci e sua irmã Assunta Marchetti. No dia 25 de outubro de 1895, na capela episcopal, em Piacenza, It., o pequeno grupo, acompanhado de Pe. José Marchetti pronunciou os votos de castidade, pobreza e obediência como “Servas dos Órfãos e Abandonados no exterior,” e receberam a cruz missionária das mãos do fundador, D. João B. Scalabrini, (hoje Beato) convencido de que “a obra de seus missionários era incompleta sem a ação apostólica das Irmãs.” Era o dia 27 de outubro do mesmo ano, e no grande porto de Gênova, embarcam com milhares de outros migrantes para o Brasil. Fazendo-se, assim, migrantes com os migrantes, chegaram a São Paulo no dia 20 de novembro de 1895.
O desenvolvimento inicial da congregação deu-se no Ipiranga, no Orfanato Cristóvão Colombo, em São Paulo, Br. As Irmãs realizavam sua missão junto aos pequenos órfãos que Pe. José Marchetti trazia sempre mais numerosos, após suas viagens apostólicas pelo interior de São Paulo. Pe. Marchetti era também responsável pelo processo formativo das Irmãs.

sábado, 7 de abril de 2012

JOVEM SEGUIR JESUS É MUITO BOM

Você Jovem já pensou na sua vocação? Já pensou sobre este chamado? Deus tem algo especial para você. O que você acha de seguir Jesus na vida religiosa consagrada na Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo Scalabrinianas www.mscs.org.br? Imagina que bom seria se sua vida fosse totalmente doada ao Senhor? Pois bem, Deus nos chama, primeiramente, a vida e depois nos dá a oportunidade de ter uma vocação específica, de segui-lo a ponto de fazer-nos deixar tudo para ir de encontro a este chamado e dedicar-se ao serviço da Igreja e de todo o mundo consagrando-se a ele. Entre muitas vocações quero, hoje, falar sobre esta vida Consagrada ao serviço do Reino de Deus, a vocação das Religiosas, das irmãs. Antes de tudo, é bom pensar que a vocação é um Dom Divino. Não se trata de escolher, mas de ser escolhida. Jesus, nas passagens da escritura Sagrada, sempre aparece chamando as pessoas a segui-lo. No passado mostrou a muitos este significado e hoje continua a convocar muitos jovens para a vida vocacional. As Irmãs, então chamadas religiosas, são pessoas que vivem em comunidade e fazem da sua vida uma resposta de amor para o mundo. Cada vocacionada à vida Religiosa faz a experiência de ser discípula do mestre Jesus. E, isso, significa deixar tudo para ouvi-lo. Essa foi à atitude tomada por Maria, irmã de Marta, quando Jesus foi visitá-la. Minha querida jovem você conhece alguma pessoa que é Irmã religiosa? Então, você acha que ela faz um bonito trabalho de evangelização? Você também quer ser uma religiosa, uma irmã?Que tal, nos conhecer? “Tenha a certeza de que todo aquele que deixar pai, mãe, irmãos e bens por causa de mim e pelo Reino terá a vida eterna garantida e, aqui na terra terá 100 vezes mais aquilo que possuía”. Isto foi o que disse Jesus a seus discípulos e hoje diz a seus seguidores. Se este sentimento e vontade de segui-lo já brotou em você. Não tenha medo! Que tal, seguir Jesus Cristo, cheio de amor, ternura e de misericórdia? Ele está necessitando de gente corajosa, sensível, disponível e terna como você! Você sente falta de algo em sua vida para ser feliz? Então, preencha com os mais necessitados, como fez muitos santos e santas da Igreja.
. Rezem comigo esta oração pedindo a Deus que ajude os jovens a descobrirem a sua vocação e também para que nas famílias nasçam mais pessoas com vontade de seguir Jesus na vida consagrada religiosa. Pai bondoso, em Cristo teu filho, tu nos revelas o teu amor. Abraça-nos como filhas tua e oferece-nos a possibilidade de descobrir, na tua vontade, os traços da nossa verdadeira fisionomia. Pai Santo, tu nos chamas a sermos santas como tu és Santo. Nós te pedimos que nunca deixe faltar á tua Igreja pessoas santas que, com a palavra e seu testemunho, abram caminhos para o seguimento a Jesus. Amém. Vem e segue! Na minha vinha a muito que fazer... Não demore! Eu te amo com muita ternura e a espera e-mail vocacoesmscs@uol.com.br

Madre Assunta Marchetti

Felice di essere Scalabriniana...

Misión Scalabriniana Cúcuta Tibú

CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS SCALABRINIANAS.mp4

Misión Scalabriniana Ecuador